Como fazer mapas mentais e maximizar sua aprendizagem

Você tem o hábito de fazer mapas mentais? Esse recurso foi criado pelo psicólogo inglês Tony Buzan na década de 1970. Seu objetivo é facilitar a aprendizagem e a memorização encadeando as informações de maneira não-linear. A grande vantagem dos mapas mentais é que eles podem ser usados para maximizar a aprendizagem em várias atividades da sua vida.

Mas como fazer um mapa mental? Quem dá a dica hoje é da Ana Lopes, palestrante do CONAED e criadora do Mais Aprendizagem. A proposta de Ana é ajudar as pessoas a atingirem o máximo do seu potencial por meio de uma aprendizagem eficiente e autônoma.

Preparado para começar a fazer seu mapa mental? Vamos lá!

Material

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  • Folha A4: mapas mentais feitos à mão são melhores para se aprender. Experimente usar folhas A4 deitadas; isso lhe ajudará a aproveitar melhor o espaço.
  • Caneta: entre a caneta e o lápis, é melhor ficar com a primeira opção. Sabe por que? Com o lápis, você corre o risco de perder tempo refazendo algo que anotou.
  • Material para colorir: lápis de cor, giz de cera e canetinhas não são apenas para crianças. No nosso caso, eles não sujam a folha e são materiais acessíveis.

Como estruturar o conteúdo

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O primeiro passo é colocar o tema principal no centro da folha. Em seguida, você irá acrescentar os ramos, que são os elementos que se ligam diretamente ao elemento principal. Uma vez criado um ramo principal, você deve ligar outro ramo a ele – um subtópico – e assim por diante. Isso ajuda a aprofundar a sua aprendizagem.

Uma dica boa é não escrever frases longas nos ramos. Tente colocar apenas palavras-chaves relacionadas ao assunto ou até mesmo desenhos, que facilitam a memorização.

Para deixar o seu mapa mental ainda mais organizado, atribua um significado para cada cor utilizada. Por exemplo: você pode utilizar o vermelho sempre que quiser indicar que aquela ideia é uma conclusão sua. Já o azul, por exemplo, pode ser utilizado quando a ideia for do autor que você estiver lendo. Se você puder reproduzir esse padrão em todos os seus mapas, melhor ainda.

Buscando informações

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Você já sabe como construir o seu mapa mental. Mas onde buscar as informações para preenchê-lo? Aqui vão algumas sugestões:

  • Você mesmo: se você já tem algum conhecimento sobre o assunto, experimente usar o mapa mental para reorganizar suas informações e ideias. Isso é muito útil, principalmente se você tiver que escrever um texto sobre o assunto: com tudo anotado no papel, fica mais fácil fazer as associações.
  • Livros, vídeos, aulas etc: esse também é um ótimo momento para procurar novos dados em mídias diferentes. Os livros são os mais fáceis de se mapear, pois você pode sempre retornar e fazer novas anotações quando quiser. No caso de aulas ao vivo, fica um pouco mais difícil, já que não podemos pausar o professor. Procure treinar com vídeos e áudios disponíveis na internet até que você consiga criar o mapa sem precisar fazer pausas.
  • Aprendizagem 3D: você já deve ter assistido a algum filme em 3D, mas sabe como ele funciona? Trata-se de uma imagem em cima da outra, sendo que uma delas fica deslocada, para dar a sensação de profundidade. Trazendo isso para os mapas mentais, imagine juntar duas fontes de informações – por exemplo, ler um livro e ouvir o áudio book do mesmo material. Você com certeza vai aprender com mais profundidade.

E então, que tal começar agora mesmo a fazer os seus mapas mentais? Não deixe de nos contar como foi a experiência e falar dos resultados. E, se você quer conferir mais dicas da Ana Lopes, não deixe de participar do CONAED e assistir à palestra Infoprodutos que Transformam a Sua Vida e a Vida do Seu Cliente.

Até a próxima!

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